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Black Angel — Chapter 117 The Wrath of Áris’s Children

  Uma nuvem de poeira se espalhou pelo campo rochoso em frente à fortaleza da pris?o.

  Laura mal conseguia ficar de pé. Vander a segurou, mas seu aperto tremia.

  “N?o posso lutar”, disse ele em voz baixa. “Se eu cair… áris destruirá meu povo.”

  Leon deu um passo à frente, colocando-se entre eles e as figuras que se aproximavam.

  “Ent?o proteja-a”, respondeu Leon calmamente.

  “N?o vou deixar nada acontecer.”

  Três silhuetas emergiram da névoa.

  O primeiro foi gigantesco, seus passos fazendo o ch?o tremer sob seus pés.

  “Ent?o”, disse o gigante com voz grave, “você é o Anjo Negro que derrotou Agus? Patético.”

  Ao lado dele, uma mulher de olhos frios sorriu com desdém.

  “A terra devora os fracos.”

  A terceira moveu-se levemente, com laminas de pedra estendendo-se de seus bra?os.

  “Seu corpo será nosso troféu.”

  Leon fechou os olhos.

  Sua respira??o diminuiu.

  “Senhor… guia as minhas m?os.”

  Uma luz irrompeu ao seu redor.

  Uma aura dourada se expandiu, dispersando a poeira.

  Teran atacou primeiro.

  Paredes de pedra irromperam do ch?o, elevando-se como penhascos que tentavam esmagar Leon.

  Leon avan?ou rapidamente e saltou. Suas garras se inflamaram com energia enquanto ele desferia um golpe para baixo.

  A parede se partiu em duas, sem deixar vestígios.

  O ch?o tremeu subitamente.

  Terrisa bateu com a palma da m?o no ch?o, e uma violenta onda sísmica surgiu em sua dire??o.

  Leon girou no ar e estendeu as m?os para a frente. Chamas irromperam, colidindo com o tremor e espalhando detritos derretidos.

  Atrás dele-

  Terei apareceu.

  As laminas dela assobiaram em dire??o ao pesco?o dele.

  Uma rajada de vento emanou do corpo de Leon, arremessando-a para trás antes que o golpe pudesse atingi-la.

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  Teran rugiu e envolveu seu corpo em uma espessa armadura de pedra.

  “Nada destrói a rocha eterna!”

  Leon respondeu prontamente.

  Fogo e relampagos envolveram suas garras quando ele atacou.

  RACHADURA.

  A armadura se quebrou.

  Terrisa abriu uma fenda enorme no ch?o, engolindo metade do campo de batalha.

  Leon absorveu a umidade do ar. A geada espalhou-se instantaneamente pela fenda, congelando-a completamente. Ele correu sobre o gelo sem diminuir o passo.

  Terei girou em uma tempestade de laminas cortantes, destruindo tudo ao redor.

  Leon levantou a m?o.

  Uma barreira de luz se formou, desviando cada golpe antes que ele contra-atacasse com um chute que detonou o ch?o sob seus pés.

  Os três atacaram juntos.

  Muros de pedra, terremotos e ventos cortantes convergiam de todas as dire??es.

  Leon deixou de lutar contra cada um deles separadamente.

  Ele lutou contra todos ao mesmo tempo.

  A terra endureceu sob seus passos.

  A água condensou-se em torno de seus bra?os.

  O fogo ardia em suas garras.

  O vento carregava seus movimentos.

  Raios iluminavam seus golpes.

  Sua aura dourada intensificou-se, iluminando o campo de batalha como um sol nascente.

  Os irm?os combinaram seu ataque final.

  Uma pris?o de pedra selou-o ao seu redor.

  O solo cedeu com um terremoto de propor??es gigantescas.

  Laminas caíram do céu como chuva.

  Leon ergueu os dois bra?os para o céu.

  “Toda a cria??o pertence ao Senhor… e em Seu nome, eu prevalecerei!”

  A luz explodiu para fora.

  Os cinco elementos se fundiram em um único raio radiante que estilha?ou a pris?o, silenciou o terremoto e arremessou Terei para o lado.

  Seguiu-se um silêncio.

  Os três filhos de áris caíram no ch?o, inconscientes.

  Leon estava de pé, respirando com dificuldade.

  Ele se virou para Vander e Laura.

  “Levem-nos e escondam-nos”, disse ele. “Em algum lugar onde nem mesmo áris possa ver.”

  Vander agarrou seu bra?o.

  “Você vai morrer se for sozinho.”

  Leon olhou em dire??o à fortaleza distante.

  Seus olhos brilhavam em tons dourados.

  “Eu n?o vou morrer.”

  “Vou libertar este mundo.”

  Ele foi embora.

  O palácio de áris erguia-se como uma montanha negra contra o céu. Chamas ardiam no topo de suas torres, e guardi?es colossais vigiavam os port?es.

  Leon passou por eles.

  As portas maci?as se abriram.

  Dentro da sala do trono, áris estava sentado à espera, vestido com uma armadura escura, seus olhos vermelhos ardendo como brasas.

  Um leve sorriso surgiu em seu rosto.

  “Ent?o… o pequeno herdeiro da esperan?a ousa entrar no meu palácio.”

  Leon parou diante dele.

  Uma luz dourada preencheu a camara.

  Eles se encararam.

  A guerra finalmente havia chegado.

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